Carta Política #466
“Tivemos uma ótima reunião com o presidente do Brasil. Estamos fazendo muito comércio e vamos aumentar ainda mais esse comércio. Falamos sobre tarifas. Falamos também
“Era um deputado sem partido, escanteado […], e aí em 2013 ele vai e pega um movimento de rua, pega valores muito conservadores, e é o deputado federal mais votado do Rio de Janeiro” (Rodrigo Maia, sobre Bolsonaro) Na semana, foi aprovada a reforma da previdência em segundo turno na Câmara, sendo rejeitados todos os destaques. Foi preservada na inteireza de
“O Brasil precisa de paz, equilíbrio, entendimento. Um clima de confronto permanente não ajuda o país a crescer, não ajuda a aprovar as reformas, […]” (Dória, sobre Bolsonaro) Não faz nem um ano desde as eleições gerais, mas a proximidade das disputas municipais em 2020 já começa a alterar o jogo político. Nessa semana, tanto Dória quanto o partido Novo, aliados
“Vamos tratar, pelo acertado até agora – para que vocês não digam que eu recuei depois -, apenas de impostos federais.” (Bolsonaro, sobre a reforma tributária) Apesar do recesso parlamentar, a semana foi bastante agitada em Brasília. Na terça-feira, foram detidos quatro suspeitos de hackear o celular de diversas altas autoridades da república: entre elas, o ministro da Justiça, Sérgio Moro, Rodrigo
“Vamos estudar as medidas para ver como é possível fazer essa redução. Hoje, a carga tributária só existe sob uma perspectiva: manter o gasto que a gente tem, que é excessivo.” (Aguinaldo Ribeiro, deputado relator da reforma tributária) Com o primeiro turno da reforma da Previdência superado, o Congresso começou a entreter as demais pautas de reforma do Estado. A nova
“O Centrão, essa coisa que ninguém sabe o que é, mas é do mal, mas é o Centrão que está fazendo a reforma da Previdência, esses partidos que se dizem do Centrão” (Rodrigo Maia, após a aprovação da Nova Previdência) A Câmara aprovou em primeiro turno, nessa quarta-feira (10), a reforma da Previdência. Com um robusto placar de 379 votos favoráveis,
“Não acabou a reforma da Previdência ainda. Mais ainda: depois da Câmara, tem o Senado.” (Jair Bolsonaro, sobre novas concessões na Previdência) Ontem foi aprovado, na Comissão Especial, o projeto da Reforma da Previdência. Quase nenhum dos destaques lidos posteriormente foram aprovados, e a reforma segue para plenário com uma robusta potência fiscal, de R$ 990 bilhões em dez anos. Por pressão
“Mostraram que não há compromisso com as futuras gerações. O compromisso com os servidores públicos do Legislativo parece maior do que das futuras gerações.” (Paulo Guedes, sobre a reforma da Previdência) Ontem, o relator da reforma da Previdência, Samuel Moreira (PSDB-SP), apresentou seu parecer sobre o projeto. As principais mudanças do deputado foram em torno do abono salarial (aumentando o limite
“O presidente não tem noção de prioridade e do que é importante para o País.” (Marcelo Ramos, presidente da Comissão Especial) Conforme passam as sessões da Comissão Especial, aumenta a ansiedade a respeito da Reforma da Previdência. Existe a expectativa de que o relatório de Samuel Moreira seja lido na semana que vem, mas a votação ainda deve ser marcada para
“Ninguém vai querer investir em um país que tem uma dívida brutal como essa, e crescendo de forma galopante.” (Bolsonaro, sobre a Reforma da Previdência) O chamamento do povo às ruas no domingo passado fortaleceu o governo. Foi notável a presença de cartazes a favor da reforma previdenciária. O monitoramento das redes sociais apontou para a primeira retomada positiva do sentimento
“Se só eu quero a reforma, vou embora para casa.” (Paulo Guedes) Nesta semana, as duas casas legislativas aprovaram a MP das Aéreas, que permite que empresas de capital integralmente estrangeiro operem rotas domésticas no Brasil (mas devolve a gratuidade obrigatória para o primeiro volume da bagagem), e a Câmara aprovou a MP da Reforma Administrativa (mas retirou o Coaf das mãos de