Carta Política #468
“Conversei com ela, ela me disse que queria sair da presidência do partido. Não tenho o que fazer. E (disse) que talvez não fosse candidata
“Para não ter nenhum risco de ficar nenhuma cidade fora nós congelamos no Atlas da Violência de 2018, que usa os dados de 2016. Congelando isso, não temos risco de nenhuma cidade brasileira ficar fora”. (Onyx Lorenzoni) Nesta semana, o presidente assinou decreto para flexibilizar a posse de armas no Brasil. A ideia de rearmamento foi uma bandeira clara de
“Nós deveremos apresentar uma proposta e o nosso objetivo é que o Brasil, nos próximos 20 anos, não tenha mais que falar de reforma da Previdência”. (Onyx Lorenzoni) A semana foi marcada por desencontros entre as declarações do presidente e de membros de sua equipe. Bolsonaro disse, em entrevista ao SBT, que a reforma da Previdência seria mais branda, que
“Porque a boa reforma é aquela que passa, na Câmara e no Senado, e não a que tá na minha cabeça ou na da equipe econômica”. (Jair Bolsonaro, em entrevista ao SBT) Bolsonaro concedeu entrevista ao SBT nesta quinta-feira, abordando seus planos para o início do governo. O presidente tem a intenção de se reutilizar da proposta de Temer para
“Essa desvinculação teria que ser feita por emenda constitucional, porque a Constituição diz que tanto vai pra saúde, outro tanto para a educação. […] A Constituição da forma como está engessa o país” (Mourão, vice-presidente eleito) Na semana que antecede sua posse, o presidente-eleito e sua equipe vem indicando que pretendem empreender um amplo esforço de desregulamentação e desmonte
“Nunca senti do governo federal disposição para influenciar diretamente as eleições do Congresso, até porque não é essa a tradição. Normalmente quando isso ocorre é arriscado, eu não sinto que eles querem correr esse risco neste momento”. (Renan Filho, governador reeleito de Alagoas) Na semana que antecede o recesso do Judiciário, o ministro Marco Aurélio tomou decisões controversas. Reverteu monocraticamente o
“O presidente [Bolsonaro] já apresentou alguns esclarecimentos. Tem outras pessoas que precisam prestar seus esclarecimentos e os fatos, se não forem esclarecidos, têm de ser apurados. Mas eu não tenho como ficar assumindo esse papel. O ministro da Justiça não é uma pessoa para ficar interferindo em casos concretos”. (Sérgio Moro) O caso Coaf, que envolve a família Bolsonaro e
“Porque Deus nos disse que não são os deputados que vão mudar essa nação, não é o governo que vai mudar esta nação, não é a política que vai mudar esta nação, que é a igreja evangélica, quando clama. É a igreja evangélica, quando se levanta (que muda a nação)”. – Dalmares Alves, futura ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos
“Privatização, ela tem que ser responsável. Não é jogar pra cima e ficar livre. Eu tenho conversado com a equipe econômica. Algumas privatizações ocorrerão, outras estratégicas não. Banco do Brasil e Caixa Econômica não tá no nosso radar não.” (Jair Bolsonaro) Bolsonaro já fechou quase todas as posições de seu gabinete mais próximo, faltando poucos cargos a distribuir no primeiro
“Até o último dia em que eu for presidente, ninguém vai interferir nesse Poder, a não ser por entendimento, por conversa e harmonia.” (Eunício Oliveira, Presidente do Senado) As primeiras semanas do pós-eleitoral trouxeram alguma confusão. O presidente eleito parece finalmente se dar conta de que partes de seu discurso entram em conflito aberto com a realidade, o que o força
“Não poderíamos mais continuar flertando com o Socialismo, com o Comunismo e com o Populismo e com o extremismo da esquerda. As urnas se abriram e nós fomos declarados vencedores deste pleito e o que eu mais quero é […] começar a fazer um governo a partir do ano que vem que possa realmente colocar o Brasil em um lugar