Carta Política #466
“Tivemos uma ótima reunião com o presidente do Brasil. Estamos fazendo muito comércio e vamos aumentar ainda mais esse comércio. Falamos sobre tarifas. Falamos também
“Essa tarefa vai ser cumprida porque nosso objetivo é investigar tudo isso profundamente e responsabilizar quem precisa ser responsabilizado, doa a quem doer.” (Vinicius Carvalho, ministro da CGU) Nesta semana, o Copom entregou mais uma alta de 50 pontos-base na taxa Selic. Esse aperto monetário adicional não havia sido
“A gente sabia que tinha algum descontrole, que tinha denúncia, é claro que todo mundo sabia. E não é de hoje.” (Carlos Lupi, ministro da Previdência) O Primeiro de Maio foi enterrado pelas circunstâncias. Tradicionalmente um evento político relevante no calendário de Brasília — momento em que eram anunciadas medidas como o
“O Brasil não vai aceitar imposições unilaterais que prejudiquem a nossa economia. Nós queremos respeito. Vamos usar todas as palavras da diplomacia, mas não vamos abrir mão da soberania”. (Lula) A decisão dos Estados Unidos de impor novas tarifas reacendeu o debate sobre a fragilidade do comércio global e colocou o governo
“Golpe tem conspiração com a imprensa, o parlamento, setores do poder Judiciário, setores da economia, fora do Brasil. Forças Armadas em primeiro lugar, sociedade, empresários, agricultores. Aí você começa a gestar um hipotético golpe, nada disso houve”. (Jair Bolsonaro) Nesta semana, a Primeira Turma do STF decidiu, por unanimidade, receber a denúncia da PGR
“Todos os líderes concordaram, está politicamente acordado que vamos compensar. Pode ser de outro jeito, ok, mas tem uma compensação”. (Fernando Haddad) O governo enviou, nesta semana, seu projeto de reforma da renda. Em linhas gerais, a proposta busca financiar a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até
“Nós vamos ter pautas na área da economia muito importantes para o País. Eu vim conversar com o ministro Fernando Haddad exatamente para acertarmos a tramitação dessas pautas no Congresso e ter como prioridade”. (Gleisi Hoffmann, da Secretaria de Relações Institucionais) A ministra Gleisi Hoffmann afirmou nesta semana que a proposta de ampliação
“Acho que, com o tempo, a predominância de Lula e de Bolsonaro vai começar a decantar. Eles sabem que a reprodução da polarização tem fatores benéficos para ambos”. (Alberto Aggio, professor de história política) Fustigado pela inflação e pelo dólar alto, o governo Lula vem enfrentando um desgaste crescente. A população sente o
“Trocou seis por meia dúzia. É a mesma coisa. É do PT, da confiança dele, tem que torcer para dar certo. Pode surpreender. Pior que Padilha não pode ser porque Padilha foi horrível. Quem sempre resolveu a vida do governo no Senado foi Jaques Wagner”. (Líder do Centrão, ao Valor) A ex-presidente do PT,