Carta Política #466
“Tivemos uma ótima reunião com o presidente do Brasil. Estamos fazendo muito comércio e vamos aumentar ainda mais esse comércio. Falamos sobre tarifas. Falamos também
“Pode haver [o aporte], o Tesouro está estudando, vamos considerar todas as variáveis para tomar a decisão. Se houver o aporte será dentro das regras atuais”. (Fernando Haddad) O rombo nos Correios continua a ameaçar as contas públicas. Após anos de gestão problemática, a estatal enfrenta uma situação financeira delicada. Há duas semanas, a
“Quero cumprir bem a missão, não importa em que papel. Não preciso ser protagonista”. (Tarcísio de Freitas, sobre 2026) Conforme amplamente esperado, a prisão de Jair Bolsonaro foi decretada nesta semana, após a tentativa de violação de sua tornozeleira eletrônica. O ex-presidente foi condenado a uma pena de 27 anos, a ser cumprida em cela
“A situação da segurança pública eclodiu porque o cidadão chegou ao limite, cansado de esperar soluções de quem está no poder há anos e não oferece alternativas”. (Tarcísio de Freitas, em ataque ao Governo Federal) Diante da crise na segurança pública, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, parece novamente entusiasmado com a oportunidade de
“Ainda que o real esteja ‘surfando’ a onda global de um dólar mais fraco, o comportamento do nosso câmbio foi neutro em termos relativos ao de outras moedas de países que se relacionam comercialmente conosco, ou seja, o real andou mais ou menos junto com as outras moedas”. (Juliano Cecílio, economista-chefe da Adam Capital) Nesta semana,
“[Votar a favor da MP seria] votar para aumentar impostos e dar um presente de R$ 30 bilhões para o governo Lula torrar em 2026 — com mais medidas populistas e irresponsáveis”. (Gov. Ronaldo Caiado, de Goiás) Após o sucesso na aprovação da reforma do Imposto de Renda, o governo enfrentou um importante revés na Câmara nesta
“Começamos a enfrentar nossa principal chaga: nossa inaceitável desigualdade. Não há desenvolvimento com esse nível de desigualdade. Não há justiça. Começamos e juntos vamos concluir esse trabalho”. (Fernando Haddad, Ministro da Fazenda) Nesta semana, o governo conseguiu aprovar – por unanimidade de votos, em um raríssimo consenso – uma reforma do Imposto de Renda na Câmara, inicialmente
“Quando a proposta do governo veio, ela pegava quatro famílias de títulos isentos. Após a nossa pressão, o relator recuou em três pontos, o que já nos deixou felizes. Mas, ainda reclamamos das letras de crédito, porque a alíquota de 7,5% é inaceitável para nós”. (Arnaldo Jardim, deputado da Frente Parlamentar da Agropecuária) Nesta semana, o relator