Carta Política #464
“Por essas razões, somente com os dados de arrecadação realizados de janeiro e fevereiro, é impossível avaliar se há alguma frustração de expectativas da arrecadação
“A situação da segurança pública eclodiu porque o cidadão chegou ao limite, cansado de esperar soluções de quem está no poder há anos e não oferece alternativas”. (Tarcísio de Freitas, em ataque ao Governo Federal) Diante da crise na segurança pública, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, parece novamente entusiasmado com a oportunidade de
“Ainda que o real esteja ‘surfando’ a onda global de um dólar mais fraco, o comportamento do nosso câmbio foi neutro em termos relativos ao de outras moedas de países que se relacionam comercialmente conosco, ou seja, o real andou mais ou menos junto com as outras moedas”. (Juliano Cecílio, economista-chefe da Adam Capital) Nesta semana,
“[Votar a favor da MP seria] votar para aumentar impostos e dar um presente de R$ 30 bilhões para o governo Lula torrar em 2026 — com mais medidas populistas e irresponsáveis”. (Gov. Ronaldo Caiado, de Goiás) Após o sucesso na aprovação da reforma do Imposto de Renda, o governo enfrentou um importante revés na Câmara nesta
“Começamos a enfrentar nossa principal chaga: nossa inaceitável desigualdade. Não há desenvolvimento com esse nível de desigualdade. Não há justiça. Começamos e juntos vamos concluir esse trabalho”. (Fernando Haddad, Ministro da Fazenda) Nesta semana, o governo conseguiu aprovar – por unanimidade de votos, em um raríssimo consenso – uma reforma do Imposto de Renda na Câmara, inicialmente
“Quando a proposta do governo veio, ela pegava quatro famílias de títulos isentos. Após a nossa pressão, o relator recuou em três pontos, o que já nos deixou felizes. Mas, ainda reclamamos das letras de crédito, porque a alíquota de 7,5% é inaceitável para nós”. (Arnaldo Jardim, deputado da Frente Parlamentar da Agropecuária) Nesta semana, o relator
“O governo também tem bons motivos para comemorar o sucesso da defesa da soberania nacional frente aos EUA (64%) e a aliança comercial com os BRICS que é aprovada pela maioria (53%). Mas parece que o efeito do tarifaço bateu no teto”. (Felipe Nunes, CEO da Quaest) O governo alcançou seu melhor patamar de popularidade do ano. Esse aumento se