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Carta Política #338
“A proposta de novo arcabouço fiscal (…) é robusta e foi desenhada no sentido de agregar previsibilidade, ao orientar o governo para uma boa gestão das contas públicas”. (Luiz Carlos Trabuco, presidente do Conselho de Administração do Bradesco) O governo apresentou, nesta semana, sua nova proposta para o arcabouço fiscal, em substituição ao teto de gastos. Em linhas
Carta Política #337
“Eu acho que é mais uma armação do Moro. Mas vou ser cauteloso, quero ver o que aconteceu”. (Lula, sobre investigação da Polícia Federal) Nessa semana, o Ministério da Justiça anunciou uma operação da Polícia Federal que havia desbaratado o plano de uma organização criminosa para assassinar o senador Sérgio Moro e outras autoridades. Em declarações posteriores comentando
Carta Política #336
“A gente também não pode correr risco de anunciar coisa que não vai acontecer. Então a minha sugestão, para que as coisas fiquem bastante corretas, coesas e harmônicas, é que ninguém anuncie nada, absolutamente nada que seja novo sem passar pela Casa Civil”. (Lula, na abertura de uma reunião ministerial) O
Carta Política #335
“É um arcabouço fiscal responsável, preocupado com a responsabilidade fiscal, com o déficit primário, com a estabilização da dívida/PIB, mas atendendo um pedido justo do presidente da república, porque assim quer a democracia brasileira, que temos que ter recursos necessários para o Brasil voltar a crescer”. (Simone Tebet, Ministra do Planejamento) Na
Carta Política #334
“Não somos contra taxar combustíveis, mas fazer isso agora é penalizar o consumidor, gerar mais inflação e descumprir promessa de campanha”. (Gleisi Hoffman, presidente do PT) Haddad conquistou, finalmente, uma vitória para chamar de sua. Após várias declarações em sentido contrário por parte de Gleisi Hoffman, o Ministro da Fazenda emplacou uma reoneração
Carta Política #333
“O governo Lula está praticamente indo pro segundo mês do terceiro mandato e a ação de não estender a MP poderia atingir praticamente toda a classe média.”. (Alessandro Azzoni, economista) A área econômica e a área política do governo entram em embate mais uma vez. Em jogo, está a desoneração dos combustíveis, que vence no
Carta Política #332
“É só ver a carta [ata] do Copom pra gente saber que é uma vergonha esse aumento de juros e a explicação que eles deram pra sociedade brasileira”. (Lula, em entrevista) Juros altos são detratores para o crescimento do país. O custo do capital fica mais caro, as empresas têm mais dificuldade para

